terça-feira, 18 de abril de 2017

Cinco habilidades necessárias para ter saúde e sucesso (segundo os cientistas)



Qual é o segredo para uma vida bem sucedida?

De acordo com os resultados de uma pesquisa científica britânica, a chave para o sucesso não está necessariamente em aspectos como educação, dinheiro ou inteligência, mas, sim, em certas "habilidades para a vida" como o otimismo ou a persistência.

Um grupo de pesquisadores da University College de Londres (UCL, na sigla em inglês) examinou mais de 8 mil homens e mulheres entre 52 e 90 anos e a maneira como viviam e avaliavam suas vidas.

O estudo concluiu que cinco habilidades podem ser a chave para desfrutar da terceira idade com boas condições de vida:

  • Estabilidade emocional
  • Determinação
  • Dedicação
  • Sensação de estar no controle
  • Otimismo


Elas são frequentemente chamadas de habilidades "não cognitivas", porque são características pessoais maleáveis, que não têm a ver com a capacidade intelectual das pessoas.

Os especialistas verificaram que uma pontuação mais alta nestes quesitos estava associada ao bem-estar social e pessoal, ao sucesso econômico e à boa saúde nos adultos.

Por isso, em artigo publicado na revista científica PNAS, eles afirmam que estimular e manter estas habilidades - não só na infância, mas também na idade adulta - pode ser crucial para uma velhice melhor.


Mais dinheiro, mais amigos e menos depressão

De acordo com o estudo, as pessoas que tiveram uma pontuação alta em ao menos quatro dos cinco atributos observados tinham, em geral, menos depressão, um círculo social mais amplo e mais dinheiro.

Por outro lado, os que pontuavam bem em apenas uma ou duas habilidades sofriam com mais solidão, maior ocorrência de depressão e maior probabilidade de desenvolver doenças crônicas.

Por exemplo, apenas 3% dos que tinham boa pontuação nas cinco habilidades tinha sintomas de depressão severa, contra 22% das pessoas no grupo que pontuou menos.

Os que demonstravam mais estabilidade emocional, determinação, dedicação, sensação de controle e otimismo também apresentaram níveis menores de colesterol e indicadores melhores para doenças do coração e diabetes tipo 2.

"Nos surpreendeu a grande variedade de processos - econômicos, sociais, psicológicos, biológicos e relacionados com saúde e deficiência - que parecem estar relacionados com estas habilidades para a vida", disse o professor Andrew Steptoe, do Departamento de Epidemiologia e Saúde Pública da UCL, um dos líderes do estudo.

Entre as cinco habilidades, no entanto, não há uma mais importante do que outra.

"Os efeitos, na verdade, dependem mais da acumulação de capacidades", afirma Steptoe.

Os pesquisadores dizem que não é possível concluir que haja uma relação causal direta entre estas características não cognitivas e o sucesso, mas os resultados abrem possibilidades para explorar como melhorar a qualidade de vida e a função social dos mais velhos na sociedade.

Fonte: http://www.bbc.com/portuguese/geral-39615617

10 coisas “normais” que aconteciam na Idade Média que nos dariam arrepios


A expressão “ Idade Média ” foi criada no início da chamada “era moderna”, pois as pessoas queriam estabelecer uma condição de superioridade dos modernos em relação aos medievos. Mas sabemos que a história é mais complexa do que imaginamos.

O controle da igreja fazia com que as pessoas reprimissem desejos e com isso atuassem como verdadeiros hipócritas, mantendo suas práticas em sigilo e pagando de corretos e moralistas perante a sociedade cerceada pela igreja católica.

E no fim das contas, era tudo muito confuso. Tudo girava em torno do interesse sexual masculino e, ao mesmo tempo, as mulheres eram vigiadas e ensinadas a não despertarem desejo nos homens. Elas eram confinadas, mas aconteciam adultérios, incesto e poligamia. Enfim, essa etapa se difere da atualidade apenas em alguns aspectos. Tire suas conclusões.

1- Lua-de-mel antes do casamento


Tudo bem que as pessoas praticam sexo antes do casamento, mas lua-de-mel continua sendo aquele lance especial que rola depois do casamento. Só que na idade média o lance especial rolava antes da cerimônia. A noiva se mudava para o novo lar e se tornava propriedade do marido antes do casamento.

2- Uma grande cama pra todo mundo


Em um único leito dormiam o casal, os filhos, irmãos, amigos, criados e até agregados e visitantes. Quem tinha mais riqueza e poder, mantinha seus criados íntimos numa caminha à parte ou num quarto vizinho.

3- Quarto das damas


As mulheres eram confinadas e vigiadas. Ficavam sempre ocupadas em um quarto para não pensarem demais. Apenas o senhor da casa tinha acesso a esse quarto, que ele procurava quando precisava relaxar.

4- Hipocrisia


As práticas sexuais rolavam soltas no meio dessa desordem vigiada em família. Mas tinha que ser com discrição, porque a honra do senhor da casa, ou seja, do patriarca da família, tinha que ser preservada. O pau comia – literalmente – nos porões, celeiros e pomares.

5- Sequestro


Também tinham romances proibidos. Como os casamentos eram arranjados por interesse, algumas mulheres até incentivavam os “peguetes” a raptá-las. Outras mulheres também compactuavam com seus raptos para fugirem da violência dos maridos.

6- Cabelos


A mulherada tinha que manter os cabelos longos, porque era um verdadeiro fetiche masculino. Mas ao menos que fossem prostitutas, deveriam mantê-los trançados e cobertos, reservando seu poder erótico apenas para os maridos.

7- Posição no sexo


Variar posição sexual não era aceito, porque indicavam a busca pelo prazer e satisfação física e não em detrimento a procriação. A igreja só aceitava o papai-mamãe.

8- Relações sexuais na idade média


Entre as famílias mais tradicionais e poderosas, o incesto (sexo com pais e irmãos) era uma prática quase corriqueira. Para evitar que a linhagem sanguínea fosse modificada, os “poderosos” optavam pela procriação entre familiares.

9- Sexo considerado uma força incontrolável


O orgasmo não era considerado um prazer racional. Era considerado um furor, algo que poderia fazer as pessoas buscá-lo leviana e viciosamente. E como sempre, os homens culpavam as mulheres por seus impulsos. Eles não se despiam totalmente nem para fazer sexo.

10- Poligamia


O adultério também era comum nas famílias nobres. A poligamia não só era praticada como era admitida. As casas abrigavam irmãs, sogras, tias, primas e outros parentes. Nesse cenário, não só rolava incesto como também adultério e, entre os que não se preocupavam tanto com a moralidade, poligamia.

Fonte: http://pensadoranonimo.com.br/10-coisas-normais-que-aconteciam-na-idade-media-que-nos-dariam-arrepios/

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Robôs sexuais estão sendo feitos para substituir os homens


Sexo com robôs sexuais vai se tornar prática comum até 2025, ultrapassando mesmo sexo entre humanos, segundo o futurologista Ian Pearson. O relatório dele sobre o futuro do sexo foi publicado em parceria com Bondara, uma das maiores lojas de brinquedos sexuais do Reino Unido.

Em 2030 o sexo virtual vai se tornar tão casual como navegar por sites pornográficos e, em 2035, muitos terão brinquedos que interagem com a realidade virtual, de acordo com o relatório. Na verdade, grupos de alta renda poderiam começar a usar algumas formas de sexo com robô já em 2025, antes da prática ultrapassar o sexo entre seres humanos totalmente em 2050.

“Inicialmente, as pessoas vão achar que é difícil se adaptar a essa nova atividade sexual, mas acabarão por se acostumarem com isso, assim como eles abraçaram pornografia”, diz Pearson. “Quando a aparência de robôs melhorar, a opinião das pessoas também vai mudar”, acrescentou.

“Muitas pessoas ainda têm ressalvas sobre sexo com robôs, mas gradualmente, à medida que se acostumarem a eles, como com o comportamento de inteligência artificial e mecânica, além da melhora de sensação, eles podem começar a se tornar amigos com laços emocionais fortes. E a tendência é que algumas pessoas abracem o robô sexual, livre de relacionamento, assim que eles podem pagar um, já em 2025. E ele não terá muita chance de ultrapassar o sexo com os seres humanos, em geral, até 2050 “, explicou Pearson.

Fonte: http://pensadoranonimo.com.br/robos-sexuais-estao-sendo-feitos-para-substituir-os-homens/

Sexo sem proteção altera equilíbrio das bactérias vaginais, diz estudo.

Saúde Feminina: Bactérias vaginais

Fazer sexo sem camisinha prejudica o equilíbrio das bactérias que vivem na vagina, o que deixa as mulheres ainda mais expostas a infecções, descobriram pesquisadores do Centro de Saúde Sexual de Melbourne, na Austrália. As conclusões foram publicadas na revista New Scientist.

Eles analisaram a microbiota vaginal de 52 voluntárias a cada três meses durante um ano. As participantes eram jovens estudantes, com idade média de 19 anos, e muitas ainda não tinham feito sexo com penetração no início do estudo.

As análises mostraram que aquelas que tinham relações sexuais sem camisinha eram mais propensas a ter a prevalência de bactérias da espécie Gardnerella vaginalis e Lactobacillus iners. As que perderam a virgindade também passaram a ter uma microbiota dominada por essas duas cepas, que têm sido associadas à vaginose bacteriana, uma condição pouco compreendida que causa corrimento anormal e cheiro ruim.

Para os pesquisadores, o estudo prova que bactérias não causadoras de doenças também são transmitidas pelo sexo. Então transar sem preservativo é sempre prejudicial à saúde da mulher? Os autores do trabalho acreditam que, depois de um tempo, a microbiota vaginal se adapta às bactérias presentes no pênis de um parceiro de longo prazo. Mas quando entra uma outra pessoa na jogada, a vagina pode gerar uma resposta imunológica contra as novas bactérias, causando inflamação. Isso aumentaria o risco até de doença inflamatória pélvica, uma condição grave que pode levar à infertilidade.

Estima-se que existam cerca de 100 milhões de bactérias por mililitro de secreção vaginal e 10 milhões de bactérias por mililitro de ejaculação. Cada vez que novas cepas entram no sistema, o equilíbrio se altera.

A limitação do estudo é que muita gente mente sobre sexo quando participa desse tipo de pesquisa, então é importante que outras pesquisas sejam feitas nessa área. A equipe espera que, com essas descobertas, seja possível desenvolver probióticos para restaurar o equilíbrio das bactérias vaginais.

Mas a mensagem principal é: sempre que possível, use camisinha. E a correta higiene do pênis também ajuda a evitar a propagação dessas outras bactérias, que podem não causar doenças, mas deixam as mulheres mais suscetíveis a infecções que podem ser graves.

Fonte: https://doutorjairo.blogosfera.uol.com.br/2017/04/14/sexo-sem-protecao-altera-equilibrio-das-bacterias-vaginais-diz-estudo/?cmpid=copiaecola


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segunda-feira, 10 de abril de 2017

Novo vibrador 2 em 1 promete proporcionar os melhores orgasmos e fortalecer os músculos do assoalho pélvico

Um novo produto afirma ser o primeiro "sistema de rejuvenescimento vaginal" para ajudar com uma série de problemas ginecológicos.

vSculpt vibrador 2 em 1
vSculpt vibrador 2 em 1

O fabricante afirma que o vSculpt pode regenerar o tecido vaginal após usá-lo por apenas 10 minutos a cada dois dias durante 45 dias.

Um estudo independente mostrou que 90% das usuárias do vSculpt experimentaram uma redução na incontinência urinária, 82% melhoraram sua força muscular do assoalho pélvico e 81% viram uma melhoria na função sexual.

Uma em cada três mulheres será afetada por alguma forma de problema no assoalho pélvico, mais comumente provocada pela gravidez, obesidade e/ou menopausa.

O vSculpt utiliza uma combinação de energia luminosa de diodos emissores de luz (LEDs) vermelhos e infravermelhos, calor térmico e vibração terapêutica para ajudar a reconstruir o colágeno para melhorar a elasticidade do tecido vaginal e restaurar a saúde geral do assoalho pélvico.

Os músculos do assoalho pélvico enfraquecidos podem causar incontinência urinária e sensibilidade reduzida durante o sexo.

VSculpt, custa £ 375, foi desenvolvido por Colette Courtion e concebido em parceria com obstetras e ginecologistas.

"Minha passagem pela maternidade me fez perceber a importância de manter a saúde do meu assoalho pélvico", disse Colette.

Como ex-executiva da área de beleza, passei muito tempo trabalhando com tecnologias anti-envelhecimento para o rosto, o que levou ao meu "momento a-ha" de criar um dispositivo para o assoalho pélvico aplicando esses mesmos princípios científicos.

Assim como as mulheres escolhem produtos para ajudar a adiar os efeitos visíveis do envelhecimento em sua pele facial, elas podem agora fazer o mesmo para os músculos e tecidos de seu assoalho pélvico, ajudando-as a se sentir mais jovem, de dentro para fora."

VSculpt PRO, um modelo profissional com maior potência, tempos de tratamento e recursos e um custo de £ 475, será lançado no final desta primavera e será vendido exclusivamente através de recomendações médicas.


Fonte: http://www.dailymail.co.uk/health/article-4387018/New-wand-strengthens-pelvic-floor-better-ORGASMS.html#ixzz4dsTYaTMI