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quarta-feira, 19 de agosto de 2015

EUA aprovam comercialização do "Viagra feminino"

A Food and Drugs Administration (FDA), agência que regulamenta os alimentos e os medicamentos nos Estados Unidos, deu o seu aval na terça-feira para a comercialização do flibanserin, também chamado "o primeiro Viagra feminino", produzido pelo grupo Sprout Pharmaceuticals, e que se destina às mulheres na pré-menopausa que sofrem de falta de desejo sexual. O medicamento será vendido com o nome Addyi.


"A decisão dá às mulheres preocupadas com seu baixo desejo sexual uma opção de tratamento aprovado", disse Janet Woodcock, diretora do Centro para a Avaliação e Pesquisas da FDA.

A FDA aprovou o Addyi especificamente para uma condição conhecida como "distúrbio de desejo sexual hipoativo generalizado adquirido (HSDD, na sigla em inglês)", que provoca a perda súbita e severa da libido, explica a agência em comunicado.

O distúrbio pode desenvolver-se em mulheres sexualmente ativas anteriormente, o que provoca angústia e problemas de relacionamento, "e não se deve a uma condição médica ou psiquiátrica coexistente, a problemas no relacionamento ou a efeitos de uma medicação ou a uma outra substância".

"Antes da aprovação do Addyi, não havia tratamentos aprovados pela FDA para distúrbios relacionados com o desejo sexual em homens ou mulheres", diz ainda a agência.



O medicamento, um agente não hormonal que atua nos neuro-transmissores do cérebro, não deve ser ingerido com álcool e só vai estar disponível nas farmácias certificadas devido às sérias interações potenciais que este pode ter com o álcool, incluindo efeitos secundários como náuseas, sonolência, queda severa da pressão arterial e desmaios.

"Os pacientes e os médicos que o prescreverem vão ter que perceber totalmente os riscos associados à utilização do Addyi antes de considerar o tratamento", acrescentou Woodcock.

Alguns especialistas levantaram questões sobre os riscos associados deste novo medicamento com o câncer de mama, observados em dois estudos com animais de laboratório.


quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Sexo na gravidez


É possível manter uma vida sexual ativa e cheia de prazer durante os nove meses de gestação. Tire suas dúvidas sobre sexo na gravidez

As transformações físicas no corpo da mulher podem atrapalhar na hora da transa, mas, com algumas adaptações, é possível conseguir o mesmo prazer que o casal encontrava antes de a barriguinha crescer. A obstetra paulistana Míriam Ben Lulu ressalta que a gravidez não é uma doença e o ato sexual nesta fase é algo completamente natural. "Não existe risco de ferir o bebê, ele fica protegido dentro da bolsa. Além disso, durante a penetração, o pênis não alcança o útero", explica.

Cuidados especiais

A relação é uma atividade física que melhora o fluxo sanguíneo no útero e na vagina, fortalece a musculatura pélvica e prepara a região perineal para o parto.

A médica Míriam Ben Lulu recomenda que, depois do sétimo mês, a gestante passe por uma avaliação médica para verificar se não há nenhum problema. "Há pacientes que durante o orgasmo têm contração uterina. Na gravidez essa contração fica mais intensa, o que aumenta o risco de entrar em trabalho de parto prematuro", orienta. Além disso, a higiene é muito importante. "Toda mulher grávida deve tomar um banho antes e depois do sexo", ensina.

O terapeuta sexual Oswaldo Rodrigues Junior, aconselha os casais a experimentar todas as posições possíveis, até descobrir a que mais se adapta aos dois. "Qualquer momento a sós pode ser transformado em uma ocasião erótica, como tomar banho juntos ou brincar na cama."

Os medos não existem apenas na cabeça das mulheres. Muitos homens associam a esposa à figura materna, perdendo o interesse pelo sexo. Outros sentem-se rejeitados nesse período. O ideal é que o casal converse bastante e faça aquilo que for mais prazeroso para ambos. Isso significa continuar a transar normalmente, ou dar um tempo.

E quando o bebê nasce?

A especialista Míriam Ben Lulu diz que é bastante comum a mulher se sentir fragilizada depois de dar à luz. "Como ela não se acha sexualmente atraente, é muito importante ter o apoio do parceiro. Assim, poderá perceber que essa fase é passageira." Também existem os quarenta dias de resguardo, independentemente de o parto ter sido normal ou cesariana. Esse é o tempo necessário para o corpo da mulher cicatrizar. Mas o casal pode retornar às atividades sexuais através do sexo oral e da masturbação.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Sexualidade na Adolecencia

Dias atrás eu recebi um e-mail de um adolescente de 19 anos que passava por uma crise familiar. Muito preocupado, disse que não estava conseguindo manter relações sexuais com a namorada. No início ele não se preocupou muito, porém o problema começou a se tornar constante.

Esta situação é quase um contra-senso com a imagem que muita gente tem dos adolescentes. A imagem de virilidade, de que os garotos estão sempre prontos e dispostos ao sexo já que dispõem da saúde da juventude.

Mas a verdade é que não é bem assim. A adolescência é um período extremamente conturbado na vida de uma pessoa. É a passagem da fase de ser criança, de brincar despreocupado, cheio de sonhos, para o mundo adulto e todo o peso que isso significa. Há muitas fragilidades neste período da vida.

E não há como fugir disso. Todos passam pela adolescência com mais ou menos atribulações emocionais. As relações são conflitantes, as pressões da vida adulta começam a se fazer presentes; é hora de tomar várias decisões importantes que vão influenciar a vida futura, como, para citar um exemplo, qual a melhor profissão seguir.

Isso gera estresse emocional que pode afetar o jovem de diversas maneiras. Entre elas as relações afetivas. O fato de não conseguir ter mais relações sexuais com a namorada pode ter várias razões. Nesta idade, na faixa de 17 a 25 anos, dificilmente o jovem tem algum problema orgânico que possa provocar uma falta de ereção. Uma das formas de descartar esta possibilidade é saber se as ereções durante o sono ou as matutinas, quando o jovem acorda de manhã, continuam acontecendo. Se estão ocorrendo normalmente é sinal de que o problema pode ser emocional.

Neste caso é preciso analisar se a relação com a namorada não está desgastada. Muitos jovens mantêm um relacionamento sexual com a namorada mesmo quando não tem mais interesse afetivo, o que pode provocar um estresse emocional.

Outros fatores situacionais podem estar dificultando a ereção, como o ambiente em que o casal está. Se o casal está ansioso isso também atrapalha o ato sexual. Mas de toda forma, o melhor caminho é procurar um profissional especializado


Mito ou verdade 

Ao contrário do que se pensam, homens mais novos, na faixa de 17 a 25 anos, também podem ter disfunção erétil.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Escola de Sexo: O Sexo Tântrico

Originado na Índia há cinco mil anos, o Tantra, que significa "o que conduz ao conhecimento", é, segundo a especialista em artes eróticas orientais Celine Imaguire, um estudo do êxtase e de como atingir o melhor orgasmo. "Uma das funções do sexo tântrico é adiar ao máximo o orgasmo e, no caso do homem, a ejaculação", explica a pompoarista Regina Racco. Mas você não sai perdendo! Tudo é em nome do prazer prolongado. Segurando o orgasmo, toda a energia retida, quando liberada, será como uma explosão orgástica de proporções nucleares.

No entanto, Tantra não é só isso - intensificar e prolongar orgasmos por horas e horas. É, também, a arte de se conhecer com a ajuda do parceiro. "É um caminho de autoconhecimento que leva ao crescimento do indivíduo e do casal", garante Regina.

De acordo com Prem Abodha, discípulo de Osho (líder espiritual indiano) e coordenador do Centro de Meditação de Osho no Rio de Janeiro, o Tantra é mais uma ciência do interior do que uma filosofia. Ele explica que a compreensão tântrica exclui a dualidade, isto é, não há dicotomia bem x mal, matéria x espírito, profano x sagrado etc. "Para o Tantra, tudo é sagrado e faz parte de uma unidade. A matéria é a manifestação mais densa do espírito, mas não existe em oposição a ele. O sexo é apenas a primeira manifestação da energia, o primeiro degrau da escada e, se você quer crescer, evoluir, se transformar, você não pode negar a base ou lutar contra ela", esclarece Prem Abodah.

Em tese, o sexo tântrico deve durar pelo menos duas horas e é dividido em sete etapas: preparação do ambiente para promover a circulação de energia, com incensos, flores, frutas e música; exploração dos sentidos, com vendas nos olhos, aromas, licores e toques; estímulo da energia sexual (kundalini), buscando a transcendência espiritual; distribuição da energia pelo corpo inteiro através de toques e, por último, controle do orgasmo - para prolongar o ato sexual, muitas carícias, beijos, sexo oral, pompoarismo e até mesmo danças.

O Tantra sexual envolve, ainda, meditação e técnicas respiratórias. Tudo num ritmo muito zen, mas que promete levar às alturas. "Não deve haver nenhuma meta, nenhuma pressa. O sexo não deve ser tomado como um meio, mas como um fim em si mesmo. Normalmente é um ato apressado, você está usando o outro; o outro está usando você - um explorando o outro e não um se dissolvendo no outro", ressalta Prem Abodha, discípulo de Osho.

De acordo com ele, a profundidade da sua experiência sexual decidirá a profundidade de todas as suas experiências. "Se a pessoa não puder penetrar profundamente na experiência sexual - com total consciência, sem julgamento e sem medo - ela não poderá penetrar mais fundo em qualquer outra coisa, porque o sexo é a experiência mais fundamental", explica o Prem Abodha.

Fonte: bolsademulher.com

Escola de Sexo: O Tao do Sexo


Base da filosofia chinesa, o Tao orienta os casais da mesma forma que a filosofia hindu: sexo não deve ser uma atividade rápida e feita de qualquer jeito. Pelo contrário, deve-se dedicar a ele tempo para melhor conhecê-lo, aprimorando a performance e atingindo o auge da satisfação. Mas sexo não é somente satisfação - segundo a filosofia, é saúde física e mental, é beleza e longevidade.

Para o Tao, a harmonia entre o yin e o yang também existe no ato sexual, de forma que essa filosofia convida os amantes a desfrutarem um do outro na maior calma, sem pressa. São várias as posições e práticas sexuais a fim de estimular o fluxo de energia vital entre o homem e a mulher. O objetivo é cultivar ao máximo o prazer, tanto na qualidade quanto na quantidade. Não bastam, portanto, carícias sem a exploração dos sentidos: tato, audição, visão... Saboreie e se deixe saborear de todas as formas. O sexo será bem feito se ambos se sentirem plenamente realizados e satisfeitos após o ato sexual.

Invista na preparação do ambiente: música, lençóis, lingerie, iluminação, velas, aromas, massagens, óleos - tudo deve ser arranjado para proporcionar um clima de relaxamento e de pura sedução. Se quiser incrementar ainda mais - aqui, excesso não é pecado! - espalhe pelo quarto recipientes com comidas afrodisíacas que auxiliem o despertar do apetite sexual. Preparado o ninho de amor, aí é só dar aquela longa e deliciosa brincada e, em seguida, atacar!

Os chineses também sugerem que os casais levem para a cama literatura erótica, por serem superestimulantes. Os pombinhos devem folhear as páginas juntos, atentando para cada detalhe e ilustração. Mantenham a respiração pelo nariz, lenta e suavemente, relaxando e esquecendo do mundo ao redor - agora, é só você e ele!

Pronto, dadas as dicas, é só eleger, junto com o parceiro, o "manual do casal", e escolher com o bonitão as melhores técnicas que satisfaçam os dois. Depois, preparem-se para viver o sexo intensamente. Com calma, aos poucos, tentem novas técnicas, experimentem e agucem os sentidos na busca pelo prazer. Afinal, não há nada que não possa fica ainda melhor!

Fonte: bolsademulher.com

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Álcool pode afetar o sexo?





Muita gente considera algumas bebidas, como o vinho afrodisíacas. O fato é que a bebida alcoólica age diretamente sobre o sistema nervoso central, afetando os reflexos. Em pequena quantidade o álcool proporciona uma sensação de relaxamento e até uma certa desinibição. E esta sensação de euforia provocada pela bebida é traduzida por alguns como importante para o relacionamento sexual. É daí que se cria a imagem de que algumas bebidas são afrodisíacas. Algumas bebidas mexem com todos os cinco sentidos: tato, olfato, paladar, audição e visão. O vinho, por exemplo, ajuda a criar um ambiente sedutor, a potencializar o desejo. Porém, consumido em quantidade, o álcool transforma-se num sério problema. Neste caso, ele funciona como depressor e inibidor do processo fisiológico do ato sexual. O abuso pode acabar com qualquer clima sensual e provocar graves problemas de saúde. Alguns jovens e até mesmo adultos consomem a bebida como se ela fosse um remédio para a ejaculação precoce, já que em pequena quantidade provoca essa sensação de desaceleração, reduzindo o nível de ansiedade.

O álcool também é muito usado pelos jovens que o consideram importante para aumentar a coragem na hora da paquera, da primeira abordagem, do primeiro contato. A bebida alcoólica, consumida sem moderação e com irresponsabilidade pode trazer sérios transtornos para quem a consome. Ela provoca o envelhecimento precoce e compromete a libido e a capacidade de ereção, prejudicando sensivelmente a qualidade de vida sexual do indivíduo.

Uma questão importante que é preciso ser abordada sempre é que os adolescentes depois de ingerirem bebidas alcoólicas ficam mais descuidados com relação ao sexo. Empolgados, muitos deles esquecem de usar preservativo, aumentando muito o risco de contraírem doenças sexualmente transmissíveis. O Instituto Barong, organização que trabalha para a redução da incidência da Aids no Brasil, realizou uma pesquisa com 834 jovens entre 13 e 30 anos, a organização encontrou uma estatística que comprova a relação direta entre o consumo de álcool e a diminuição do uso de preservativos. Entre as pessoas que consumiram álcool em diferentes quantidades e tiveram relações sexuais na noite anterior à pesquisa, 73,7% não usaram preservativos, revela a pesquisa.

A propaganda também tem um fator de influência muito grande no consumo da bebida alcoólica porque sempre mostra pessoas consumindo o álcool em situações de grande prazer. O problema é que ela nunca mostra o outro lado. O lado das pessoas que consomem sem moderação e destroem a própria vida e a de seus familiares.