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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Camisinha em forma de gel para prevenir HIV é testada




Produto forma uma barreira para impedir a passagem do vírus

A Universidade de Utah, nos Estados Unidos, afirma que a camisinha molecular, em forma de gel, está prestes a ficar disponível aos consumidores. O produto é mais um método de prevenção contra o vírus HIV, causador da Aids.

De acordo com os pesquisadores, a nova camisinha seria aplicada na vagina antes da relação sexual e quando entrasse em contato com o esperma liberaria uma substância antiviral para atacar o HIV, formando uma rede que impede a passagem do vírus.





Fonte: Minha Vida

terça-feira, 11 de agosto de 2009

A PRÁTICA LEVA À PERFEIÇÃO





Poucas pessoas sabem, mas o prazer sexual é evolutivo. Ou seja, quanto mais a pessoa pratica sexo, maior será o prazer que ela poderá tirar da relação. O problema é que o inverso também é válido: menos sexo, menos vontade, mais desconforto, menos prazer. Todo mundo sabe que, no começo, uma relação é feita de estrelas, poesia e desejo. Muito desejo. O mundo parece girar em torno da pessoa amada e tudo passa a ser secundário quando a opção é estar com ela, e o maior prazer é dar prazer a quem se ama. Assim, é comum nesta fase os dois parceiros se dedicarem a ''desnudar'' a alma e o corpo da pessoa amada. Esta intimidade, que alimenta o relacionamento e transforma a paixão em amor, levando muitos casais a viver juntos, é o segredo para manter uma vida sexual e afetiva longe da rotina e do tédio. Infelizmente, muitas pessoas se esquecem de como construíram o seu relacionamento e deixam os compromissos e a correria da vida ocupar o tempo que antes dedicavam ao prazer de conviver com a pessoa amada. Este distanciamento é, na maioria das vezes, inconsciente e os casais se surpreendem quando, passados alguns anos, percebem que a intimidade com o parceiro(a) não é mais gratificante e o sexo já não é tão gostoso. Para se ter uma ideia, de acordo com uma pesquisa, a relação sexual dos casais brasileiros demora em média 30 minutos. Resumindo: o brasileiro gasta mais tempo vendo um filme, navegando na internet, torcendo para um time de futebol, no cabeleireiro, ou vendo a novela, do que se aprimorando no ritual do sexo com o seu parceiro(a). Um bom começo é retomar hábitos como tocar a pessoa amada (fazer carinho, pegar na mão, sentar juntinhos etc.), ter sempre uma palavra carinhosa para dizer, mostrando que a pessoa é importante para você. Na intimidade, não tenha medo de buscar o prazer e converse com o seu companheiro(a) sobre o que você gosta, seus desejos e fantasias. É, vocês já perceberam que não existe solução milagrosa para o problema. Não basta amar. É preciso querer ter uma vida sexual ativa e feliz, e investir tempo e trabalho nela. Se o desafio é permanente, a notícia boa é que o retorno é garantido. O céu é o limite para o casal que está disposto a se dedicar ao prazer de se amar.


terça-feira, 4 de agosto de 2009

A ATRAÇÃO PASSA PELO OLFATO



A maioria das pessoas já passou por isso. Você é apresentado a alguém no trabalho ou socialmente e mesmo sem nem trocar sequer um cumprimento, sente que algo o incomoda naquela pessoa e a sensação nítida é de ''não ter gostado dela''. É comum este sentimento causar até um certo desconforto porque não encontramos motivos para essa sensação. O contrário também acontece. Você não conhece alguém, não foi apresentado ainda, mas sente que tem simpatia pela outra pessoa, chegando a afirmar que ''gosta dela''. Pode até parecer que é um caso de antipatia ou simpatia gratuita. Mas não é. A causa mais comum para este tipo instantâneo de aceitação ou rejeição está no fato de cada pessoa ter um cheiro específico e individual. E embora este cheiro não seja percebido conscientemente como um perfume ou igual a um odor desagradável, ele influencia nossa vida o tempo todo. Tanto que na hora de escolher um parceiro o olfato pode ser mais importante que qualquer outro sentido. A ciência já comprovou que mesmo com toda a evolução, o ser humano também utiliza os feromônios - substâncias químicas que funcionam como mensageiros, transportando informação entre indivíduos da mesma espécie psicológica. Preocupado? Não há motivos. Pesquisas mostram que é fácil enganar o olfato humano. E empresas já estão lançando produtos com feromônios sintéticos, prometendo aumentar o poder de atração de homens e mulheres. Mas não confie nisso. No caso dos seres humanos, o cheiro atrai ou repele em função das memórias e sensações que desperta e isso depende unicamente da história de vida de cada um, não dos instintos. Um bom perfume tem a mesma eficiência. E se a ideia é investir em cheiros, aproveite as dicas da aromaterapia. Segundo esta ciência, alguns óleos essenciais de aromas específicos são capazes de estimular o sistema límbico e despertar instintos primários, como sexo, sede e fome. Entre os melhores para esquentar a vida sexual estão os óleos de jasmim, ylang-ylang, canela e cravo. Usados em produtos para massagem ou para perfumar ambientes, eles ajudam a criar ''o clima'', mas não são capazes de trazer excitamento sexual direto. Para isso, vale a receita de sempre: amor, desejo, respeito, cumplicidade e vontade de ser feliz.



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segunda-feira, 3 de agosto de 2009

A AIDS MORA PERTINHO DE TODOS NÓS



A Organização Mundial de Saúde aponta que o número de novos casos de Aids está diminuindo, mas o custo individual e social da doença só aumenta. Mais de 20 anos depois da descoberta da doença, as pessoas continuam acreditando que a Aids mora longe, fingindo que ela não existe. De forma irracional e suicida, vivemos a fase da negação. As características da Aids ajudam a sustentar a mentira. No seu estágio latente ela não tem sintomas e quando a doença se apresenta, aparece mascarada na forma de outras doenças mais comuns. E mesmo quando chega ao desfecho, o doente continua invisível. Acaba morrendo sozinho, cercado de silêncio e com medo de, em seu derradeiro momento, entregar-se ao julgamento dos outros.


E nessa cegueira acabamos fazendo de nossos jovens e crianças cordeiros em sacrifício. A Aids nunca se apoderou de tantas vidas jovens quanto agora. Ela se aproveita de que, nesta fase, o ser humano é destemido e inconsequente. Aproveita-se de que ter acesso às informações não significa ter consciência do risco. Uma pesquisa com alunos entre 13 e 17 anos em escolas de São Paulo mostrou que a maioria dos jovens nesta faixa etária não conversa com os pais sobre sexo. Mas pelo menos 23% confirmam que já tiveram relações sexuais; a maioria com mais de um parceiro. E embora cerca de 70% dos jovens tenham informações sobre a Aids e como evitá-la, e 44% falem sobre o medo de contrair uma doença, pelo menos 28% dos jovens abandonam o uso da camisinha quando consideram a relação ''estável''. Por motivos diferentes, essa situação se repete entre as pessoas da terceira idade. Para se ter uma ideia da gravidade da situação, entre 1993 e 2003 houve um aumento nos casos confirmados de 130% entre os homens e de 396% entre as mulheres com mais de 50 anos. As pessoas da terceira idade também têm dificuldades para aceitar o uso do preservativo. O preconceito cultural - fazem parte de uma geração em que o sexo era tabu e a camisinha era vista como sinal de promiscuidade - aliado ao aumento da expectativa de vida, das oportunidades sociais e dos medicamentos para disfunção erétil, tornou o grupo um campo fértil para a Aids. Diferente da mulher, o homem conta com o apoio de medicamentos para continuar ativo. Isto faz com que ele, por prazer ou ilusão de continuar jovem, acabe buscando outras companhias, correndo o risco de contaminar a si e à parceira. Nos dois casos, o grande problema está em não querer enxergar a verdade. A terceira idade conquistou o direito de passear, dançar, viajar e namorar. Sim, o vovô e a vovó fazem sexo. E sim, nossos filhos estão começando a fazer sexo cada vez mais cedo. O único recurso que temos para salvá-los é conversar abertamente e educá-los dentro de casa. Afinal, a Aids pode não ter cara, mas mora pertinho de todos nós.



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sexta-feira, 31 de julho de 2009

(Ir)Responsabilidade Sexual


No tempo do descobrimento do Brasil, uma mensagem só chegava a Europa meses depois de ter sido escrita. Ela ia de navio e nem sempre chegava ao seu destino. A navegação era um risco e os naufrágios, comuns. Receber a resposta então era um drama, uma longa espera. A tecnologia avançou tanto que hoje você envia uma mensagem de texto, uma foto, um vídeo para o outro lado do mundo e o destinatário o recebe praticamente no mesmo instante através da internet. Como tudo na vida a velocidade da propagação da informação tem o lado bom e o ruim. Por isso é preciso muito cuidado principalmente quando se trata de comportamento sexual. A atriz Juliana Paes participava de um desfile quando uma brisa levantou seu vestido. Ela estava sem calcinha. Os fotógrafos flagraram e a imagem foi para a internet. Nos últimos tempos a internet foi inundada por um vídeo, feito por um paparazzi, em que uma famosa modelo e apresentadora de televisão brasileira estaria transando com o namorado numa praia da Espanha. O fato é que todas as pessoas podem inserir informações na internet. O lado bom é que a grande rede é um ambiente de informação livre. E este também é o problema. Se há falta de responsabilidade o resultado pode ser catastrófico para a vida de uma pessoa comum. Recentemente, no interior de São Paulo, um jovem colocou, por vingança, a foto da ex-namorada na internet em que ela aparece tendo uma relação sexual. O resultado foi catastrófico. As cenas provocaram um trauma na família. A menina precisou mudar de escola e o garoto foi preso. Assim como esses, existem muitos outros casos parecidos. Hoje qualquer um pode fazer imagens de vídeo usando celular, câmera fotográfica, palmtop, webcam. Uma simples brincadeira entre adolescentes pode se transformar em uma tragédia pessoal. Sem falsos moralismos, o fato é que as pessoas precisam ser alertadas sobre os riscos e o trauma que isso pode provocar na vida das famílias e da sociedade.


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