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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Camisinha em forma de gel para prevenir HIV é testada




Produto forma uma barreira para impedir a passagem do vírus

A Universidade de Utah, nos Estados Unidos, afirma que a camisinha molecular, em forma de gel, está prestes a ficar disponível aos consumidores. O produto é mais um método de prevenção contra o vírus HIV, causador da Aids.

De acordo com os pesquisadores, a nova camisinha seria aplicada na vagina antes da relação sexual e quando entrasse em contato com o esperma liberaria uma substância antiviral para atacar o HIV, formando uma rede que impede a passagem do vírus.





Fonte: Minha Vida

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

A AIDS MORA PERTINHO DE TODOS NÓS



A Organização Mundial de Saúde aponta que o número de novos casos de Aids está diminuindo, mas o custo individual e social da doença só aumenta. Mais de 20 anos depois da descoberta da doença, as pessoas continuam acreditando que a Aids mora longe, fingindo que ela não existe. De forma irracional e suicida, vivemos a fase da negação. As características da Aids ajudam a sustentar a mentira. No seu estágio latente ela não tem sintomas e quando a doença se apresenta, aparece mascarada na forma de outras doenças mais comuns. E mesmo quando chega ao desfecho, o doente continua invisível. Acaba morrendo sozinho, cercado de silêncio e com medo de, em seu derradeiro momento, entregar-se ao julgamento dos outros.


E nessa cegueira acabamos fazendo de nossos jovens e crianças cordeiros em sacrifício. A Aids nunca se apoderou de tantas vidas jovens quanto agora. Ela se aproveita de que, nesta fase, o ser humano é destemido e inconsequente. Aproveita-se de que ter acesso às informações não significa ter consciência do risco. Uma pesquisa com alunos entre 13 e 17 anos em escolas de São Paulo mostrou que a maioria dos jovens nesta faixa etária não conversa com os pais sobre sexo. Mas pelo menos 23% confirmam que já tiveram relações sexuais; a maioria com mais de um parceiro. E embora cerca de 70% dos jovens tenham informações sobre a Aids e como evitá-la, e 44% falem sobre o medo de contrair uma doença, pelo menos 28% dos jovens abandonam o uso da camisinha quando consideram a relação ''estável''. Por motivos diferentes, essa situação se repete entre as pessoas da terceira idade. Para se ter uma ideia da gravidade da situação, entre 1993 e 2003 houve um aumento nos casos confirmados de 130% entre os homens e de 396% entre as mulheres com mais de 50 anos. As pessoas da terceira idade também têm dificuldades para aceitar o uso do preservativo. O preconceito cultural - fazem parte de uma geração em que o sexo era tabu e a camisinha era vista como sinal de promiscuidade - aliado ao aumento da expectativa de vida, das oportunidades sociais e dos medicamentos para disfunção erétil, tornou o grupo um campo fértil para a Aids. Diferente da mulher, o homem conta com o apoio de medicamentos para continuar ativo. Isto faz com que ele, por prazer ou ilusão de continuar jovem, acabe buscando outras companhias, correndo o risco de contaminar a si e à parceira. Nos dois casos, o grande problema está em não querer enxergar a verdade. A terceira idade conquistou o direito de passear, dançar, viajar e namorar. Sim, o vovô e a vovó fazem sexo. E sim, nossos filhos estão começando a fazer sexo cada vez mais cedo. O único recurso que temos para salvá-los é conversar abertamente e educá-los dentro de casa. Afinal, a Aids pode não ter cara, mas mora pertinho de todos nós.



Para saber mais visite: www.aumentopenianodantas.com.br

sexta-feira, 31 de julho de 2009

(Ir)Responsabilidade Sexual


No tempo do descobrimento do Brasil, uma mensagem só chegava a Europa meses depois de ter sido escrita. Ela ia de navio e nem sempre chegava ao seu destino. A navegação era um risco e os naufrágios, comuns. Receber a resposta então era um drama, uma longa espera. A tecnologia avançou tanto que hoje você envia uma mensagem de texto, uma foto, um vídeo para o outro lado do mundo e o destinatário o recebe praticamente no mesmo instante através da internet. Como tudo na vida a velocidade da propagação da informação tem o lado bom e o ruim. Por isso é preciso muito cuidado principalmente quando se trata de comportamento sexual. A atriz Juliana Paes participava de um desfile quando uma brisa levantou seu vestido. Ela estava sem calcinha. Os fotógrafos flagraram e a imagem foi para a internet. Nos últimos tempos a internet foi inundada por um vídeo, feito por um paparazzi, em que uma famosa modelo e apresentadora de televisão brasileira estaria transando com o namorado numa praia da Espanha. O fato é que todas as pessoas podem inserir informações na internet. O lado bom é que a grande rede é um ambiente de informação livre. E este também é o problema. Se há falta de responsabilidade o resultado pode ser catastrófico para a vida de uma pessoa comum. Recentemente, no interior de São Paulo, um jovem colocou, por vingança, a foto da ex-namorada na internet em que ela aparece tendo uma relação sexual. O resultado foi catastrófico. As cenas provocaram um trauma na família. A menina precisou mudar de escola e o garoto foi preso. Assim como esses, existem muitos outros casos parecidos. Hoje qualquer um pode fazer imagens de vídeo usando celular, câmera fotográfica, palmtop, webcam. Uma simples brincadeira entre adolescentes pode se transformar em uma tragédia pessoal. Sem falsos moralismos, o fato é que as pessoas precisam ser alertadas sobre os riscos e o trauma que isso pode provocar na vida das famílias e da sociedade.


Para saber sobre sua vida sexual, acesse: www.aumentopenianodantas.com.br