quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Escola de Sexo: O Jardim Perfumado

O Jardim das Delícias: Publicado no Brasil como O Jardim Perfumado, este é um dos clássicos eróticos do mundo árabe. Escrito no século XVI pelo xeque Umar ibn Muhammad al-Nefzawi, o livro conta a história de um homem que ficou com o pênis ereto durante 30 dias sem parar - haja disposição!
(leia sobre priapismo)


A obra destaca os métodos para excitar as mulheres, para retardar a penetração e mostra formas de o homem controlar a ejaculação para a mulher chegar ao orgasmo junto com o parceiro, além de ensinar posições para lá de excitantes. Tem mais: o livro fala sobre traição, impotência e sabe aquela história de pênis ou vagina grandes, incompatíveis com pênis ou vagina pequenos? Já era! A obra ensina como casais com características físicas diferentes podem, sim, fazer amor com o máximo de prazer.

Vítima confessa - e por pura e espontânea vontade - do poder feminino, o xeque Nefzawi escreve, em O Jardim Perfumado do Xeque Nefzaui (Editora Record), que se a mulher não for excitada com carícias preliminares, beijos, pequenas mordidas e toques, os homens não obterão delas o que desejam e não sentirão prazer, nem despertarão nelas afeto ou amor. Acertou em cheio, não é mesmo? Então, dá uma olha nas outras dicas.

Beija, beija muito! Cafeína está para sono assim como beijo está para sexo: boca na boca ou onde você quiser é o mais forte estimulante na hora H. O beijo deve fazer parte do sexo. Quer a técnica? Segundo o xeque descreve no livro, lábios úmidos e sucção da língua - não há nada melhor! E a iniciativa deve ser dos homens. Primeiro, mordiscando suave e ligeiramente a língua da amada. Depois, indo com mais sede ao pote, a la Verônica Volúpia. E não tenha vergonha dos "estalos". Para o xeque Nefzaui, beijo tem que ser sonoro. Outro suprassumo do sexo, de acordo com ele, é dar apelidos incomuns e criativos às partes íntimas dos homens e das mulheres - além de excitante, é divertido e aumenta a intimidade do casal.

Fonte: bolsademulher.com

Escola de Sexo: O Tao do Sexo


Base da filosofia chinesa, o Tao orienta os casais da mesma forma que a filosofia hindu: sexo não deve ser uma atividade rápida e feita de qualquer jeito. Pelo contrário, deve-se dedicar a ele tempo para melhor conhecê-lo, aprimorando a performance e atingindo o auge da satisfação. Mas sexo não é somente satisfação - segundo a filosofia, é saúde física e mental, é beleza e longevidade.

Para o Tao, a harmonia entre o yin e o yang também existe no ato sexual, de forma que essa filosofia convida os amantes a desfrutarem um do outro na maior calma, sem pressa. São várias as posições e práticas sexuais a fim de estimular o fluxo de energia vital entre o homem e a mulher. O objetivo é cultivar ao máximo o prazer, tanto na qualidade quanto na quantidade. Não bastam, portanto, carícias sem a exploração dos sentidos: tato, audição, visão... Saboreie e se deixe saborear de todas as formas. O sexo será bem feito se ambos se sentirem plenamente realizados e satisfeitos após o ato sexual.

Invista na preparação do ambiente: música, lençóis, lingerie, iluminação, velas, aromas, massagens, óleos - tudo deve ser arranjado para proporcionar um clima de relaxamento e de pura sedução. Se quiser incrementar ainda mais - aqui, excesso não é pecado! - espalhe pelo quarto recipientes com comidas afrodisíacas que auxiliem o despertar do apetite sexual. Preparado o ninho de amor, aí é só dar aquela longa e deliciosa brincada e, em seguida, atacar!

Os chineses também sugerem que os casais levem para a cama literatura erótica, por serem superestimulantes. Os pombinhos devem folhear as páginas juntos, atentando para cada detalhe e ilustração. Mantenham a respiração pelo nariz, lenta e suavemente, relaxando e esquecendo do mundo ao redor - agora, é só você e ele!

Pronto, dadas as dicas, é só eleger, junto com o parceiro, o "manual do casal", e escolher com o bonitão as melhores técnicas que satisfaçam os dois. Depois, preparem-se para viver o sexo intensamente. Com calma, aos poucos, tentem novas técnicas, experimentem e agucem os sentidos na busca pelo prazer. Afinal, não há nada que não possa fica ainda melhor!

Fonte: bolsademulher.com

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Sexo oral pede proteção redobrada


Os estudos sobre o sexo oral comprovam que a prática é bem vista pelos brasileiros. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Projeto de Sexualidade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, 66,8% dos homens e 63,4% das mulheres admitem realizar a modalidade. Mas será que os brasileiros se protegem na hora do sexo oral? "A prática também pode transmitir todos os tipos de Doenças Sexualmente Transmissiveis (DST)", afirma a ginecologista Rosa Maria Neme.

De acordo com a especialista, de cada 10 mulheres que são atendidas no consultório, 7 confessam que não usam camisinha para fazer sexo oral em seus parceiros. Um dado preocupante devido os riscos que o sexo oral sem proteção pode trazer ao organismo. Doenças como herpes, sífilis e gonorreia podem ser facilmente transmitidas a partir da prática. "Uma pequena área lesada permite a entrada de um vírus. E vale lembrar que pequenos machucados na boca são muito comuns", explica o ginecologista e obstetra Linderman Alves Vieira. Até mesmo o HIV, vírus causador da Aids, pode ser transmitido através do sexo oral, embora as chances de contaminação sejam menores do que quando ocorre a penetração. "O pH da boca (neutro e-ou levemente ácido) e o contato somente com a superfície do pênis ou da vagina diminuem os riscos de contágio. Mas, mesmo apesar de pequeno, o perigo existe", diz a Dra Neme.


Proteção na mulher

Os ginecologistas são taxativos ao dizer que a proteção da vagina para a prática do sexo oral é totalmente deficiente. "No caso das mulheres o problema é maior, porque não existe nenhum amparo específico, como há a camisinha masculina, para a prática do sexo oral", diz a ginecologista Rosa Maria Neme. Mas existe algum jeito de se proteger? "Mesmo a camisinha feminina não vai proteger, então, a dica é utilizar o papel filme (o mesmo usado na cozinha para embalar alimentos) para cobrir a vagina e não existir o contato direto da boca com a pele", diz a especialista. "O papel deve fazer a cobertura de toda a região da vagina. A boca só pode entrar em contato com o plástico, e não com a vulva", ressalta. Outra dica da ginecologista é usar a camisinha masculina como escudo. "Cortar a camisinha ao meio e colocá-la sob a vulva pode ser uma alternativa. O lado positivo é que elas apresentam sabores e até texturas diferenciadas, fatores que favorecem a utilização", diz.


Proteção no homem

Os problemas são menores quando o sexo oral é realizado no homem, pois a camisinha apresenta uma proteção bastante eficiente. "O preservativo impede que a boca entre em contato direto com o pênis, oferecendo a proteção necessária", diz o ginecologista Linderman Alves Vieira. Mas, vale lembrar que a camisinha deve ser usada para todas as variações da relação sexual. "Existem pessoas que só colocam a camisinha no meio da prática do sexo oral, hábito que anula a proteção. Ela deve ser colocada logo que o sexo passar das preliminares", afirma o especialista.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Compartilhar a cama pode fazer mal para a saúde


Compartilhar a cama pode fazer mal para a saúde, diz estudo britânico.

Pesquisa acompanhou qualidade do sono de 40 casais. Antes da era vitoriana, não era comum casados dormirem em leito conjugal. Dormir em camas separadas pode ser bom para a saúde e para o relacionamento de um casal, de acordo com estudiosos do sono. O especialista britânico Neil Stanley, da Universidade de Surrey, afirmou no Festival Britânico de Ciência, que se realiza neste mês na cidade de Guildford, que compartilhar a cama com o parceiro pode causar brigas por ronco ou disputa pelo cobertor, e levar, assim, à perda de preciosas horas de sono.


Um estudo constatou que, em média, os casais sofrem 50% ou mais problemas ao dormir se compartilham a cama. Stanley disse que foi estabelecida uma ligação entre dormir mal e depressão, doenças cardíacas, derrame, distúrbios pulmonares, acidentes de trânsito e industriais, e divórcio. Mas, apesar disso, o tema não é visto como um aspecto importante da saúde. Dormir mal causa depressão, doenças cardíacas, distúrbios pulmonares, acidentes de trânsito e divórcios

O especialista, que dorme separado da mulher, destacou que historicamente não era para as pessoas dormirem na mesma cama. Segundo ele, a tradição moderna do leito conjugal só começou com a Revolução Industrial, quando as pessoas que se mudavam para cidades superpopulosas enfrentaram escassez de espaço. Antes da era vitoriana, era raro os casais casados dormirem em leitos conjugais. Na Roma Antiga, o leito conjugal era um lugar mais usado para relações sexuais, mas não para dormir.

Stanley, que criou um dos principais laboratórios para o estudo do sono na Grã-Bretanha, disse que as pessoas hoje deveriam pensar em fazer a mesma coisa. "Depende do que satisfaz as pessoas. Se elas dormem juntas e ambas dormem muito bem, não devem mudar isso, mas elas não devem ter medo de agir de maneira diferente."

"Todos nós sabemos como é ficar abraçado e depois dizer 'agora eu vou dormir' e ir para o lado oposto da cama. Então, por que não levantar e ir para outro quarto?"


Revirando na cama

"Na verdade, as pessoas sentem que dormem melhor quando estão com um parceiro, mas as evidências sugerem o contrário", analisou Robert Meadows, sociólogo da Universidade de Surrey. Ele realizou um estudo para comparar o quão bem os casais dormiam quando compartilhavam a cama e comparou com os dados dos que não compartilhavam. 'As pessoas sentem que dormem melhor quando estão com um parceiro, mas as evidências sugerem o contrário' pesquisa envolveu 40 casais. Meadows descobriu que, quando os casais dormem na mesma cama e um dos parceiros se mexe durante o sono, há uma possibilidade que chega a 50% de perturbar o outro.

Fonte: BBC