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quinta-feira, 27 de julho de 2017

Cirurgia plástica íntima aumenta auto-estima e melhora a relação


A cirurgia plástica íntima pode ser utilizada para tratar problemas de saúde ou apenas para fins estéticos, para aumentar a autoestima e o prazer no contato íntimo.

A cirurgia plástica íntima é feita em aproximadamente 2 horas, com anestesia local ou geral e o paciente está liberado para ir para casa no dia seguinte e para voltar ao trabalho em 2 dias após a cirurgia, se o trabalho não envolver intenso esforço físico.

A cirurgia plástica íntima feminina mais frequente é para:

  • Diminuir o tamanho do monte de Vênus;
  • Diminuir os grandes ou pequenos lábios vaginais;
  • Clarear a região íntima.


Outras cirurgias plásticas íntimas femininas podem ser realizadas, como a cirurgia do períneo, por exemplo, para estreitar a vagina.

Já, a cirurgia plástica nos homens normalmente é usada para:



Os cortes realizados na cirurgia são pequenos, geralmente passam desapercebidos, é normal que a região fique inchada e roxa por até 4 semanas, mas a sensibilidade da região é mantida.


Possíveis complicações da cirurgia

As complicações da cirurgia plástica íntima estão relacionadas com as complicações gerais de qualquer cirurgia, como infecções, sangramento e reações à anestesia. Dessa forma, sempre que surgem sinais de alarme como inchaço da região, vermelhidão, dor muito forte ou saída de pus é recomendado ir no pronto-socorro.


Cuidados a ter após a cirurgia

Após fazer este tipo de cirurgia é preciso ter alguns cuidados como:

  • Não ter contato íntimo durante cerca de 30 a 45 dias;
  • Repouso por cerca de 2 a 3 dias;
  • Não realizar exercícios físicos nas primeiras três semanas;
  • Fazer a higiene íntima normalmente com água morna e sabonete neutro;
  • Usar roupa interior de algodão;
  • Aplicar compressas frias na região íntima para diminuir o inchaço;
  • Não esfregar a região íntima.


Os cuidados a ter após a cirurgia plástica íntima estão relacionados com o inchaço da região que desaparece cerca de 4 semanas.


Preço da cirurgia

O preço da cirurgia plástica íntima varia conforme o tipo de cirurgia realizada, clínica e cirurgião. No entanto, o preço da primeira consulta de avaliação para cirurgia plástica íntima é cerca de 300 reais.

A cirurgia plástica íntima pode ser realizada pelo SUS em caso de doença ou deformidade da região íntima em que a cirurgia tem como objetivo melhorar a saúde e bem-estar do indivíduo. Quando a cirurgia plástica íntima é realizada por motivos estéticos, ela só pode ser feita em clínicas particulares.



Para saber mais sobre os procedimento estéticos na região genital masculina e feminina visite o site www.aumentopenianodantas.com.br

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Como a pornografia tem levado cada vez mais adolescentes a buscar plásticas vaginais

Imagem: Gettyimages
"Não sei de onde tirei a ideia de que minha vulva não era não era bonita o suficiente, que não tinha um bom aspecto", diz Anna*, uma jovem britânica que quis fazer uma labioplastia aos 14 anos.

O procedimento faz com que os lábios da vagina sejam encurtados ou remodelados.

"Acho que gostaria que ela fosse menor. As pessoas ao meu redor assistiam a pornografia e eu criei essa ideia de que (a vagina) deveria ser simétrica e não protuberante", conta ela à BBC. "Pensei que a aparência de todas era igual (a de atrizes pornográficas), porque não havia visto imagens de pessoas comuns."

Anna acabou desistindo de submeter-se à cirurgia, mas o procedimento é cada vez mais popular entre adolescentes - algo que é desaconselhado por especialistas internacionais, já que o corpo de meninas menores de idade ainda está em desenvolvimento.

O Brasil é o campeão mundial em labioplastia: foram 23.155 procedimentos estéticos do tipo no país em 2016, segundo pesquisa da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS, na sigla em inglês). Não há, no entanto, dados referentes a adolescentes.

Já no Reino Unido, em 2015 e 2016, mais de 200 meninas se submeteram à labioplastia, de acordo com o NHS, o serviço de saúde pública britânico - e 150 delas tinham menos de 15 anos.

Nos Estados Unidos, 560 menores de idade passaram pelo procedimento em 2016, aponta a Sociedade de Cirurgia Plástica Estética do país.


Expectativas com a aparência


Muito disso parece ter a ver, assim como no caso de Anna, com uma expectativa irreal de aparência física.

Especialistas dizem que as imagens de vulvas divulgadas em vídeos ou fotos de pornografia, populares em sites e nas redes sociais, tornam-se referência para muitos jovens - mas costumam ser retocadas e não representam a variedade de forma, cor, tamanho e assimetria que existe na realidade.

"Me lembro de pensar que não deveria ser tão difícil: corta um lado para que os dois fiquem iguais e simétricos, depois você toma muitos analgésicos e pronto", diz Anna, hoje com 20 anos.

Com o passar do tempo, porém, ela parou de se preocupar com a aparência.

"Percebi que existem muitas versões do que é normal", afirma. "Agora que posso ver, colocando em perspectiva, que estou feliz de não ter feito a operação porque eu não eu precisava. Sou totalmente normal. Completa e absolutamente normal."


Preocupação dos médicos

A mudança de opinião de Anna, no entanto, não parece uma tendência.

Médicos se dizem preocupados com os números crescentes de pacientes que querem passar por essa intervenção - que é o procedimento cirúrgico que mais cresce no mundo. Entre 2015 e 2016, o número de labioplastias subiu 45%, segundo a ISAPS.

A ginecologista Naomi Crouch, que também dirige a Sociedade Britânica de Ginecologia Pediátrica e Adolescente, disse que ainda está para conhecer uma jovem que realmente precise da intervenção.

"As meninas às vezes vêm aqui dizendo 'eu odeio isso, quero tirá-lo', e para uma garota se sentir assim em relação a qualquer parte do seu corpo - especialmente uma que é íntima - é muito perturbador."

Paquita de Zulueta, clínica geral com mais de 30 anos de experiência, diz que foi só nos últimos anos que as adolescentes começaram a ter esse tipo de incômodo.

"Estou vendo meninas novas, de 11, 12 e 13 anos, pensando que algo está errado com sua vulva - que elas têm formato errado, tamanho errado e quase expressando repugnância", afirma.

"Sua percepção é que de que os lábios internos devem ser invisíveis, quase como numa Barbie, mas a realidade é que há uma variação gigante (entre as mulheres). É muito normal que os lábios se sobressaiam."

Ela culpa as imagens irreais da pornografia e das redes sociais por essa distorção.

"Não há educação suficiente (sobre o assunto) e ela deve começar muito cedo, explicando que existe uma variação e que - assim como nós somos diferentes em nosso rostos - somos diferentes lá embaixo também, e está tudo bem."

O NHS diz que não realiza a operação por motivos estéticos, apenas por questões clínicas (a mesma diretriz é adotada pelo SUS no Brasil).

No entanto, segundo Zulueta, algumas garotas aprenderam a exagerar seus sintomas para obter justificativas médicas para a cirurgia.

"(Elas sabem) que estarão mais propensas a conseguir a operação se disserem que (os lábios) estão interferindo no sexo, na prática de esporte."

Para a ginecologista, a cirurgia deve ser feita apenas em meninas que tenham uma anormalidade médica.

"Acho difícil acreditar que haja 150 meninas com uma anormalidade médica que gere a necessidade de uma operação nos lábios vaginais."


Padrões irreais

Além de Anna, a BBC conversou com três adolescentes de uma escola da Inglaterra sobre as expectativas construídas hoje a respeito da aparência do corpo.

Todas dizem se sentir pressionadas ao comparar-se com as imagens que veem na internet.

"Algumas semanas atrás, havia algo no Snapchat que dizia: 'existem quatro tipos de vulva' e as categorizavam em vários tipos. E então você pensa: o que acontece se eu não me encaixar nessas categorias?", conta uma das meninas à BBC.

"Os rapazes têm uma certa imagem de meninas e acreditam que você precisa se esforçar para alcançar essa imagem", diz outra.

A reportagem perguntou se elas estavam preocupadas com o impacto que o consumo de pornografia entre os meninos têm sobre as imagens criadas em torno do corpo feminino.

"Não é algo realista. (As mulheres) ou têm seios falsos ou fizeram cirurgia... e então quando um casal começa a ter relações sexuais você acha que seu corpo deveria ser daquele jeito", conta outra jovem.

Meninas admitem que há certas "expectativas" sobre órgãos genitais femininos, "como não ter pelos pubianos". "Há uma percepção de que os pelos púbicos são algo sujo", concordam as três.

*O nome foi alterado para preservar a identidade da entrevistada.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Algumas considerações sobre os cuidados que as mulheres têm com suas genitálias, as cirurgias, os profissionais e serviços especializados.

As cirurgias estéticas íntimas entraram definitivamente na vaidade das preferências das cirurgias nas mulheres.
Nos Estados Unidos são feitas em média 1.500.000 cirurgias e no Reino Unido 1.200.000, um crescimento surpreendente que aumenta ano a ano.

As barreiras naturais ligadas ao preconceito e aos tabus em relação ao sexo foram quebradas uma a uma a partir da segunda metade do século XX com a introdução da pílula anticoncepcional.

Naquela época, o sexo “proibido”, “escandaloso”, “vergonhoso” não podia pertencer ao diário das moças de família ou “moças da sociedade”. Esse sexo prazeroso pertencia somente às prostitutas que tinham o seu uso exclusivo e assim durante décadas os homens exerciam o sexo reprodutivo em casa e o sexo recreativo com as prostitutas e frequentemente, devido à “qualidade”, os homens largavam suas esposas recatadas e criadas no regime de virgindade e, portanto, inexperientes nas diversas possibilidades da recreação, para ficarem com as prostitutas em cujo leito nupcial eram soberanas.

À medida que o tempo passou esse abismo entre as duas categorias de mulheres, esposas e prostitutas deixou de existir, mudaram as relações humanas e os costumes, as prostitutas deixaram este nome para traz, surgiu a categoria de “garotas de programa”.

As “garotas de programa” evoluíram também, são mulheres malhadas, que fazem dieta, que frequentam academias, salões de beleza e se tornam objeto de desejo do homem moderno.

Por outro lado, as esposas vão para o casamento já com uma vida sexual em andamento, na qual vivem maritalmente com seu futuro marido e as diferenças sexuais são ajustadas antes do matrimônio.

Os meios de comunicação: internet, redes sociais, jornais e revistas, cinema melhoraram a sexualidade em todos os aspectos, e assim, técnicas sexuais e variações são debatidas em vários artigos e programas de televisão, em vários horários da programação, sem restrições.

O sexo oral tornou-se uma rotina na vida dos casais, sendo assim, o homem e a mulher acabaram compartilhando da beleza e dos defeitos da genitália externa.

A mulher mais preocupada assumiu a dianteira em relação ao homem ao cuidar da sua genitália como se fora seu rosto, e dos pelos pubianos como se fora seu cabelo.

A depilação da genitália passou a contar com cabeleireiros especializados no corte, combinam a genitália com o fio dental. Dessa forma, surgiu um campo novo para tatuagens, os pelos foram substituídos por imagens de aves, símbolos e expressões. Para o caso de algum arrependimento, surge a figura do dermatologista para removê-las.

Hoje as mulheres procuram seus ginecologistas e cirurgiões plásticos para as cirurgias íntimas dos grandes lábios, pequenos lábios, retirada do capuz clitoriano e o uso do preenchimento da genitália com custo que varia de 2.000 a 6.000 dólares.

As genitálias femininas hoje, também são submetidas ao clareamento com substâncias químicas.

Todo esse campo novo na medicina deu margem ao aparecimento da Sociedade Brasileira de Ginecologia Estética e, como consequência, para atender à demanda, aumentaram consideravelmente a quantidade e os tipos de equipamentos médicos e laboratoriais.

Fonte: Dr. Carlos Abib Cury, ReLAMS

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Estética dos Órgãos Genitais

Estética Genital Feminina

Ter saúde sexual é indispensável para homens e mulheres serem saudáveis física e emocionalmente. Mas preconceitos gerados por questões sociais e culturais tornam a vida das pessoas mais difícil, principalmente das mulheres.

Sim, o mundo evoluiu mas alguns temas continuam sendo “tabu”, quase da mesma forma que na idade média. O resultado é que mesmo nos dias atuais, com as facilidades para obter informações, é grande o número de mulheres que pouco ou nada sabem sobre a anatomia e função da vagina.

Enquanto o homem tem uma relação íntima com seu órgão sexual e desde pequeno aprende a valorizá-lo como fonte de prazer e de orgulho – símbolo de sua masculinidade; a mulher é socialmente educada para “ignorar” a existência do seu órgão sexual. Infelizmente a mulher ainda tem vergonha do próprio corpo. Afinal, até hoje, uma mulher que demonstra preocupação com sua saúde sexual (físico e desempenho) é considerada “avançada”.

Uma paciente me contou que só descobriu como era a sua vagina aos 30 anos. Disse que foi por acaso; quando estava na depilação. Só então ela decidiu pegar um espelhinho e descobrir como era o seu órgão sexual. E achou feia e esquisita – outro pré-conceito comum entre as mulheres. E esta mulher não é uma exceção. Já tive pacientes que somente depois de muito tempo e até casamentos, descobriram que tinham algum tipo de má-formação da vagina e vulva. Achavam que o desconforto eventual era natural.

Os preconceitos fazem com que muitas vezes as mulheres convivam a vida inteira com um problema sexual sem saber que podem ficar livres dele, e de todos os constrangimentos que eles podem gerar. As cirurgias da intimidade podem ser feitas em qualquer fase da vida e as intervenções duram, em geral, entre 30 e 60 minutos, são feitas com anestesia local e raque e não deixam cicatrizes aparentes.

Seja por uma questão estética ou ainda com o intuito corretivo, o resultado geralmente modifica de forma positiva a auto-estima dessas pessoas. A maior queixa da brasileira é a hipertrofia dos pequenos lábios vulvares. Calcula-se que uma em cada mil mulheres apresenta o problema, e mais da metade se submete à cirurgia de correção. Outros problemas comuns são, escurecimento da mucosa (hiperpigmentação) e o alargamento do canal vaginal (fragilidade muscular ou hipotomia).